sábado, 4 de maio de 2013


SOLIDÃO E MEMÓRIAS (Pt1.) EM PETRÓPOLIS


Na solidão badalada às dezoito horas, sinos da catedral lamentam o caminhar
Casas empoeiradas com histórias longas demais para contar
Romances curtos em conversas e olhares de bar em bar
Vidas contemporâneas em um álbum antigo

A cidade de Pedro e de memórias
Descoroando imperialmente os coroados
Com ponto em porões de escravos
Aonde um dia posteriormente iriam se libertar

Vagando por vielas vazias
Observando velhas fotografias
Esperando que alguém possa lhe encontrar
De lugar a lugar, o centro é um círculo
De solidões perdidas em um cubículo
Que de cidade acostumou-se a chamar

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