segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Sátiro do Sol


Pergunto-me por que esquinas mais do universo nos esbarraremos?
Correndo com nossos papeis interpretando aquela cena do acaso
Que é encontrar alguém. Mesmo quieto e absorto no magnetismo.
Real que ali deixado, nunca deixo de vibrar neste seu musical silêncio
Que mesmo quando calados, aquele milissegundos de troca de olhar
Queima quando prontamente em pontas pelo jardim chega a me salvar
Tocando o universo repentino e sem fim de provar o som de seus dedos

(Para João Brasileiro, que nunca me deixou seguir adiante no desejo louco que sua música me causa recontando Elomar e fazendo magia pelos jardins musicais da minha alma).

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